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SPC realiza mutirão e aumenta o valor de dívidas pagas em 40%

Elion Pontechelle Junior, consultor jurídico                              CDL- Câmara de Dirigentes Lojistas de Bauru

22/08/2017 10:00 – Geral
SPC realiza mutirão e aumenta o valor de dívidas pagas em 40%
Total recuperado entre fevereiro e julho deste ano foi R$ 150 mil a mais do que em 2016
Tisa Moraes

Malavolta Jr.

Elion Pontechelle Júnior, consultor jurídico da CDL, revela que haverá novo mutirão em breve
Realizado durante seis meses, o mutirão do Serviço de Proteção ao Crédito (SPC) de Bauru elevou em 40% o valor renegociado de dívidas no comércio. Segundo levantamento da Câmara de Dirigentes Lojistas (CDL) de Bauru, a qual o SPC está vinculado, com a ação, foram recuperados aproximadamente R$ 540 mil.

A campanha foi realizada entre fevereiro e julho deste ano, resultando na renegociação de R$ 150 mil a mais em comparação com o mesmo período do ano passado, quando houve campanha neste sentido. “Foi uma iniciativa desenvolvida pela CDL, já que o comerciante, sozinho, tem mais dificuldade para conduzir este tipo de tratativa”, pontua Elion Pontechelle Júnior, consultor jurídico da entidade.

Ele explica que o mutirão foi realizado pela própria equipe que faz as cobranças pelo SPC de Bauru. Por telefonema ou correspondência, os consumidores inadimplentes foram procurados ao longo de seis meses para negociar acordos de pagamento, com facilidades de parcelamento e redução de juros.

“Quanto mais antiga a dívida, mais desconto foi dado. Em alguns casos, o acordo chegou a um valor menor do que a dívida original”, comenta. Com a renegociação, segundo o consultor, o nome do consumidor é retirado do cadastro de restrição de crédito a partir do pagamento da primeira parcela.

VANTAGEM

Esta é também uma vantagem apontada pelo economista Reinaldo Cafeo, que vê na realização de campanhas desta natureza uma maneira estratégica para lojistas recuperarem créditos não pagos pelos clientes.

Ele pondera, contudo, que o ganho de R$ 150 mil sobre o valor normalmente negociado pelo SPC ainda é pequeno, ante aos R$ 48 milhões que a CDL contabiliza de débitos em atraso.

“É reflexo da situação da falta de recursos da população, que não foi sanada nem mesmo com o recebimento do FGTS inativo”, observa. “Mas as empresas devem estar abertas às negociações sempre. Dinheiro em caixa, por menor que seja, é sempre melhor do que lidar com a inadimplência”, completa.

Conforme Elion Pontechelle Júnior, a CDL já programa um novo mutirão para novembro, com o objetivo de ampliar o volume de consumidores com capacidade de acesso ao crédito para as compras de fim de ano.

 

 

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